Bebê de 1 ano é feito refém pelo pai em Samambaia, no DF, diz PM
Segundo polícia, homem tem passagem e seria usuário de drogas.
Sequestro teria começado de madrugada; negociação começou às 8h.
Um bebê de 1 ano e 6 meses é feito refém desde a madrugada desta
terça-feira (29) na QR 327 em Samambaia, região administrativa a 25
quilômetros de Brasília, informa a Polícia Militar. A PM está no local e
informou que começou a negociar com o suspeito, que é o pai da criança,
por volta de 8h.
Policiais estão no local desde as 8h para negociar com o pai da criança que é feita refém (Foto: Reprodução/ TV Globo)
Segundo o subtenente Edvaldo Rodrigues, a mãe da criança disse que o
rapaz é usuário de drogas e tem passagem pela polícia por tráfico de
entorpecentes. “O homem está com uma arma e uma faca apontadas para a
criança, a gente ouviu daqui de fora um disparo, mas ainda não
confirmamos, isso só será comprovado após perícia. Como a criança está
chorando, acreditamos que o tiro não foi em direção a ela”, afirmou
Rodrigues.
PM fechou a rua da QR 327 para que as negociações
sejam feitas (Foto: Reprodução/TV Globo)
A PM informou que a rua da QR 327 está fechada para que as negociações
sejam feitas e o Corpo de Bombeiros também está no local. O subtenente
disse que mãe informou à polícia que vive com o rapaz. Ela teria dito
ainda que o homem costuma ser violento quando está sob efeito de drogas,
"põe faca no pescoço e faz ameaças". Ela contou ainda que já foi
agredida "muitas vezes".
“A gente espera chegar a um acordo com ele o mais rápido possível. Ele já ligou no telefone do negociador e disse que pretende entregar a criança. Ainda não há informações se ele fez exigências, como a entrega de colete ou a presença de advogados", completou o subtenente Rodrigues.
sejam feitas (Foto: Reprodução/TV Globo)
“A gente espera chegar a um acordo com ele o mais rápido possível. Ele já ligou no telefone do negociador e disse que pretende entregar a criança. Ainda não há informações se ele fez exigências, como a entrega de colete ou a presença de advogados", completou o subtenente Rodrigues.
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