Morte de mineira é investigada
FOTO: REPRODUÇÃO FACEBOOK
Estudante de direito Nayara de Oliveira, de 24 anos, teve o braço amputado e sofreu traumatismo craniano
A Polícia Civil da Bahia vai investigar se a ausência do pedido de vistoria na estrutura montada no evento de Carnaval em Alcobaça (BA) pode ter contribuído para a morte de dois jovens durante a festa. Na madrugada do último domingo, uma ventania teria provocado o rompimento do telhado de um camarote que atingiu e matou um rapaz de 15 anos e a estudante mineira Nayara Rúbia Fonseca de Oliveira, de 24 anos.
O Corpo de Bombeiros informou que nenhum pedido de verificação de segurança foi solicitado pelos responsáveis e organizadores do evento. A falha contraria as normas de segurança do Estado da Bahia. "Vamos verificar toda a documentação do evento, tanto a de responsabilidade dos produtores, como dos organizadores da festa para saber porque a vistoria não foi solicitada", disse o delegado Regional Marcos Vinícius de Almeida. De acordo com a polícia, cerca de 3.000 pessoas estavam no local no momento do acidente.
Mineira
Nayara era estudante do último período de direito na Faculdade Newton Paiva, na região Noroeste de Belo Horizonte. Ela teve o braço direito amputado e traumatismo craniano, após ser atingida pela estrutura metálica. A jovem chegou a ser socorrida e encaminhada para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu anteontem. "Se a estrutura era tão frágil, por que ela foi montada tão perto da orla da praia? Quem mora lá sabe que o vento é forte na região", indagou a irmã de Nayara, Kenny Núbia Fonseca Oliveira, de 28 anos.
Outros 11 turistas que estavam no local também ficaram feridos - oito já receberam alta. "Foi tudo muito rápido. Não deu tempo de correr", contou o turista mineiro Aloísio Barros, de 29 anos, que teve um ferimento na perna.
A festa era aberta ao público e de responsabilidade da Prefeitura de Alcobaça que teria terceirizado o serviço de montagem de toda a estrutura. "Sabemos apenas que o evento tinha o apoio do município. Já ouvimos algumas vítimas e aguardamos o resultado do laudo da perícia", disse o delegado responsável pelo caso, Gean Carlos do Nascimento. Ninguém foi encontrado na prefeitura para falar sobre o assunto.
Resposta
Com sede em Teixeira de Freitas, na Bahia, a empresa Macaco Prego é responsável pela produção de vários shows na região. Nenhum dos organizadores da empresa quis falar sobre o acidente no Carnaval de Alcobaça.
O Corpo de Bombeiros informou que nenhum pedido de verificação de segurança foi solicitado pelos responsáveis e organizadores do evento. A falha contraria as normas de segurança do Estado da Bahia. "Vamos verificar toda a documentação do evento, tanto a de responsabilidade dos produtores, como dos organizadores da festa para saber porque a vistoria não foi solicitada", disse o delegado Regional Marcos Vinícius de Almeida. De acordo com a polícia, cerca de 3.000 pessoas estavam no local no momento do acidente.
Mineira
Nayara era estudante do último período de direito na Faculdade Newton Paiva, na região Noroeste de Belo Horizonte. Ela teve o braço direito amputado e traumatismo craniano, após ser atingida pela estrutura metálica. A jovem chegou a ser socorrida e encaminhada para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu anteontem. "Se a estrutura era tão frágil, por que ela foi montada tão perto da orla da praia? Quem mora lá sabe que o vento é forte na região", indagou a irmã de Nayara, Kenny Núbia Fonseca Oliveira, de 28 anos.
Outros 11 turistas que estavam no local também ficaram feridos - oito já receberam alta. "Foi tudo muito rápido. Não deu tempo de correr", contou o turista mineiro Aloísio Barros, de 29 anos, que teve um ferimento na perna.
A festa era aberta ao público e de responsabilidade da Prefeitura de Alcobaça que teria terceirizado o serviço de montagem de toda a estrutura. "Sabemos apenas que o evento tinha o apoio do município. Já ouvimos algumas vítimas e aguardamos o resultado do laudo da perícia", disse o delegado responsável pelo caso, Gean Carlos do Nascimento. Ninguém foi encontrado na prefeitura para falar sobre o assunto.
Resposta
Com sede em Teixeira de Freitas, na Bahia, a empresa Macaco Prego é responsável pela produção de vários shows na região. Nenhum dos organizadores da empresa quis falar sobre o acidente no Carnaval de Alcobaça.

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